Resolvi fazer as malas e seguir o caminho. E escolho me despir do que
não anda me fazendo bem, sem nenhuma objeção sigo nú se for preciso.
Percebo que é preciso me esvaziar do que não me põem pra cima, não me
faz feliz. No caminho, onde tinha apenas uma pedra. Deixo também coisas,
pessoas. E eu, olho pra seta que diz: siga em frente. Eu sigo!

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