sábado, 2 de junho de 2012

Do pandemônio a serenidade


Pude constatar que todas aquelas sensações e sentimentos que pareciam ser eternas, não duram para sempre como eu achava. Todas aquelas angustias, aqueles momentos depressivos e melancólicos que insistiam em me acompanhar, condensou-se no ar como águas de chuva de março.

Posso respirar profundamente sem aquela dor insuportável no peito, sem aquele nó indesatável na garganta. O grito preso ecoa em sustenido, bailando com o vento.

A brandura, juntamente com a calmaria, chamou a paz e elas agora habitam em mim.

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